“Well, blame the youngest!”

Considerando a realidade que encontramos atualmente, é impossível ignorarmos os níveis de criminalidade no país. Basta apenas ligar a televisão na hora dos noticiários ou ler notícias em jornais e revistas que lá estará, escancaradamente, uma grande variedade de crimes, de diversos graus.

Além disso, é notório que cada vez mais vemos jovens envolvidos em tais atos criminosos. O mundo do crime está de portas abertas para receber crianças e adolescentes que vivem em situações precárias, tornando-se uma alternativa para fugir das situações deploráveis que se encontram.

A criminalidade envolvendo menores é uma realidade e deve ser tratada como tal. Diminuir a maioridade penal pode ser um analgésico para diminuir a dor de um corte. O problema é que este corte é mais profundo e precisamos de medidas específicas para curar as raízes do problema para saná-lo de vez. Não adianta por em prática esta redução se, ao mesmo tempo, o Estado não buscar melhorar a condição de vida dessas famílias carentes.

Se não houver um controle do ambiente social em que a criança crescerá e criará raízes (incluindo sua educação, saúde, etc), o jovem continuará inclinado a adentrar no mundo da criminalidade. Neste ritmo, cada vez mais cedo o jovem será influenciado pela criminalidade e logo estaremos discutindo se a redução da maioridade penal deveria ser diminuída mais ainda, vindo a se tornar mais um problema do que uma solução.

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