Convivendo e conhecendo.

“As pessoas são interessantes no inicio . Aos poucos, porém, todos os defeitos e loucuradas botam as manguinhas de fora, é inevitável. Começo a significar cada vez menos pras pessoas, e elas pra mim.”

Charles Bukowski, em “Mulheres”.

A partir da nossa convivência com outras pessoas, aos poucos vamos aprendendo como interagir com as mesmas. Nós aprendemos o que as deixa felizes, tristes, zangadas, etc.

Adquirindo esse conhecimento, a convivência com a outra pessoa pode ser ou facilitada ou dificultada. E então virão os questionamentos: vale a pena conviver com esta pessoa? Ela me faz bem ou mal? Quanto tempo eu quero dedicar a estar com esta pessoa?

É aí então que surgem os sentimentos. Seja ele o ódio (pelo fato de a pessoa te fazer tão mal, que até estar em sua presença é agoniante) ou o amor (querendo sempre estar e interagir com tal pessoa, devido ao bem que ela proporciona). Claro que nem tudo se resume a odiar ou amar alguém, mas é possível dizer que estes são os dois polos da equação.

Portanto se um dia você não gostar de alguém à primeira vista, dê um tempo para a convivência mostrar quem ela realmente é, as vezes você poderá se surpreender.

Ao mesmo tempo, não deposite muitas esperanças e confianças em pessoas que você conheceu há pouco, pois sempre há chances de que a mesma venha a te decepcionar. E quanto maior for a confiança depositada, maior será a decepção.